A jornalista Rose Talamone, do Jornal da USP, publicou uma reportagem que apresenta um panorama do ecossistema de inovação do Campus da USP de Ribeirão Preto. A matéria destaca uma rede que integra pesquisas aplicadas em saúde, empreendedorismo, tecnologia e inovação social, transformando conhecimento científico em soluções capazes de gerar impacto para a sociedade.
Nesse cenário, o Hemocentro de Ribeirão Preto ganha destaque, especialmente por meio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera RP) e do Núcleo de Terapia Celular (NuTeC), estruturas voltadas ao desenvolvimento de terapias avançadas, como as células CAR-T e CAR-NK para o tratamento de leucemias e linfomas.
A reportagem ressalta que “poucas estruturas representam tão claramente a tentativa de transformar ciência em aplicação prática quanto o ecossistema de terapias avançadas criado no Hemocentro de Ribeirão Preto”. O texto também evidencia o desenvolvimento de uma cadeia praticamente completa, com segurança e rigorosos padrões de qualidade.
Além do Hemocentro RP, a rede de inovação do Campus de Ribeirão Preto envolve a Agência USP de Inovação, o Inova USP Ribeirão Preto – vinculados à Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação, o Supera Parque, a unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), o Núcleo de Inovação do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP) e o Teias e Núcleo de Empreendedores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP-USP).
Em comum, todos buscam enfrentar um desafio histórico das universidades: fazer com que o conhecimento produzido nos laboratórios ultrapasse os limites acadêmicos e chegue de forma concreta à população.
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