Terapia CAR-T também pode ser uma nova alternativa para doenças autoimunes

A miastenia gravis generalizada é uma doença autoimune que afeta a comunicação entre os nervos e os músculos, provocando fraqueza muscular. Em alguns casos, pode causar dificuldades para engolir, falar e respirar.

A boa notícia é que a FAPESP, a USP, o Instituto Butantan e o Hemocentro de Ribeirão Preto firmaram uma parceria para o desenvolvimento de terapias avançadas, utilizando a tecnologia de células CAR-T, contra a miastenia gravis generalizada e o lúpus eritematoso sistêmico.

Os estudos estão seguindo as etapas regulatórias e serão submetidos à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com início previsto para o próximo ano. Os grupos deverão incluir pacientes que já tenham realizado pelo menos dois tipos de tratamento convencional sem obter resposta adequada.

A iniciativa amplia uma cooperação que, desde 2024, desenvolve a terapia CAR-T para leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B, produzida no Núcleo de Terapia Avançada de Ribeirão Preto (Nutera RP). O tratamento tem apresentado resultados promissores, com mais de 87% de eficácia em casos graves.

📺 Clique aqui, assista à reportagem do Jornal da EPTV e saiba mais sobre essa pesquisa.

Rolar para cima